Iniciando Curso básico de Lingerie parte 1: Como escolher um sutiã adequado e Como fazer um soutien de bojo

Evolução do sutiã

1920 – O sutiã possuía um estilo garçonne, achatando os seios.

1930 – Surgem os bojos de enchimento e as estruturas de metal para aumentar o busto.

1950 – Os sutiãs se tornam mais sedutores com o náilon.

1960 – Algumas feministas queimam em praça pública o sutiã, que consideravam símbolo da repressão masculina.

1990 – O sutiã retorna com força total no modelo “turbinado”, com diversos artifícios, serviam para levantar, aumentar e unir os seios.

2000 – Surge o modelo high-tech que estimula o crescimento da mama, que seca e absorve a transpiração, que hidrata os seios, entre outros.

Para começar precisamos saber o nome de cada parte de um sutiã:




COMO FAZER UM SOUTIEN DE BOJO

Toda peça do vestuário, seja ela feminina ou masculina, passa por um processo cujas etapas estão fundamentadas em um fluxo operacional, passos para se realizar a produção. Neste sentido, toda e qualquer fabricação de um produto requer a descrição dos passos fundamentais, incluindo seus processos e máquinas necessárias.

Bem, com o soutien de bojo não é diferente. Neste processo, se faz necessário um fluxo que se inicia com a elaboração do modelo, no caso, aqui será demonstrado a forma básica. Para um modelo de soutien de base, por exemplo, são necessários os seguintes materiais: tecido, bojo, elástico para alça, taquara, fecho, também chamado de DA, argolas, passantes, arco, viés, linha mista, linha comum e fio.

Com o modelo já estabelecido e a matéria-prima necessária, parte-se para a estruturação da célula de produção, no caso da produção estar organizada com esse layout. São necessárias máquinas específicas para a confecção de uma peça íntima dentre elas: overlok, BT, 457, 2 agulhas, Zig-zag, travete e botoneira. Estas máquinas devem ser adaptadas ao tecido utilizado nas lingeries que, na maioria das vezes, são malhas, lycra, modal, renda e tule. Deve-se costurar o tecido com uma agulha apropriada, chamada ponta bola. Este tipo de agulha não perfura o tecido, obtendo-se um ótimo resultado final.

para o próximo passo, vamos descobrir como proceder dentro da célula de produção. A construção do soutien começa com a overlok, em um processo designado como “cobrir bojo”, logo após, ainda na overlok, com o processo “unir pala”.

O terceiro processo é realizado na máquina BT, onde se costura o elástico para ser rebatido, realizado na máquina 457. Esta foi a fase de preparação, para poder fixar o bojo, agora voltamos para a overlok.

O detalhe do bojo, que fica por fora e por dentro, é feito com o taquara, que é fixado na máquina 2 agulhas.

Feito isso, coloca-se o arco, manualmente, para depois passar o elástico, chamado viés ou sanduíche, na cava.

Os processos finais são feitos na máquina zig-zag, com a fixação do DA.

A alça, já pronta,é fixada na máquina chamada travete e o laço ,na botoneira.

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